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Edição Nº1836 - Candelária, Terça-feira, 21 de Agosto de 2012
Com menor aparato, Seco volta para depor
Por Luis Roberto Alves
21/08/2012 08:31
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Vinda de Seco novamente causou movimentação policial e da comunidade em frente ao FórumVinda de Seco novamente causou movimentação policial e da comunidade em frente ao Fórum
Ao prestar depoimento no Fórum de Candelária na tarde da última sexta-feira, 17, José Carlos dos Santos, o Seco - condenado a quase 200 anos de prisão -, negou envolvimento no crime que é acusado de ter comandado no município em 2005. No dia 6 de janeiro daquele ano, uma quadrilha bloqueou a RSC 287, na ponte sobre o Rio Pardo, e atacou dois blindados. Houve troca de tiros e dois criminosos acabaram mortos pelos vigilantes. Na fuga, Seco e os demais integrantes do bando teriam roubado carros de motoristas que haviam parado na rodovia diante do tumulto e ainda fizeram uma família refém.
Na audiência de sexta-feira, que durou pouco mais de uma hora, Seco negou qualquer envolvimento com os quadrilheiros. Ele disse que desconhecia tanto os dois bandidos que foram mortos quanto Jair de Oliveira, o Jair Cabeludo, outro réu no processo. Seco alegou que naquele dia estava em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, e que nunca foi reconhecido pelas vítimas do assalto. O réu se diz perseguido pela polícia e pela imprensa. "A polícia precisava culpar alguém", declarou.
Além de Seco, a Justiça de Candelária ouviu a motorista de um Corsa que estava circulando pela rodovia e precisou parar diante do tumulto. Ela ficou a poucos metros do tiroteio e teve o carro roubado por um bandido durante a fuga. A mulher relembrou o assalto e disse que não conseguiu reconhecer os envolvidos.

SEGUNDA VEZ - Esta foi a segunda vez que Seco depôs no Fórum de Candelária. Na primeira, no dia 26 de julho de 2011, o aparato de segurança foi o maior já visto em Candelária. Isso porque além de Seco, depuseram Antônio Marcos Soares Floriano, o Marquinho, de 32 anos; Júlio César Reis da Costa, o Zoreia, de 26 anos; Marcos Antônio Martins Borchhard, o Marcão, de 35 anos; Sandro Lima Silveira, o Boca, de 41 anos; e Sérgio Rudinei Bauermann, o Da Nota, de 32 anos. Na sexta-feira, a movimentação policial foi reduzida exatamente porque o suposto líder da quadrilha foi o único a depor. Mesmo assim, a audiência voltou a mudar a rotina no entorno do Fórum de Candelária. A Brigada Militar e o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) foram responsáveis pela escolta do réu, que desde 2006 está preso na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc).

SANTA CRUZ - Seco já possui 184 anos de condenações. A mais recente foi em maio deste ano. No dia 31 daquele mês o candelariense saiu da Pasc para ser julgado no Fórum de Teutônia, no Vale do Taquari. Ele e um comparsa eram acusados de tentar matar os policiais que os prenderam em 2006 em um posto de gasolina de Paverama. Seco já foi condenado também pelo assalto ao bunker da Proforte, em Santa Cruz do Sul, ocorrido dias antes de ser preso. Ele seria o líder da quadrilha que roubou cerca de R$ 5 milhões do local. O caso está em fase de recurso no Tribunal de Justiça (TJ). (Com informações da Gazeta do Sul)
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