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Nmero de homicdios do ano j igual a 2008
O mês de março recém começou e o número de mortes violentas já igualaram as ocorrências de 2008. Em 2009, três pessoas já perderam a vida vítimas de homicídio. A terceira morte do ano foi contabilizada na última sexta-feira, 6, por volta da 1h45 da madrugada. O taxista João Paulo de Carvalho, o “Paulinho”, de 51 anos, foi morto com pelo menos quatro tiros de revólver que o atingiram no tórax e na cabeça.
O crime aconteceu, na Boate que leva o apelido da vítima – Boate do Paulinho –, na localidade de Sesmaria do Pinhal, no quilômetro 146 da RSC 287. “Paulinho” estava dormindo em um dos quartos quando foi alvejado. No momento dos disparos ele estaria sozinho no cômodo da casa noturna. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu a caminho do Hospital de Candelária.
A ocorrência foi registrada por um vizinho e amigo de João Paulo. Laércio Overbeck, de 24 anos, contou na Delegacia de Polícia que teria sido convidado para cuidar da casa, pois João Paulo sairia em viagem. Por volta da 1h45, ele dormia em um quarto quandou ouviu uma série de barulhos. Ao verificar o que aconteceu, teria encontrado a vítima deitada e agonizando do lado de fora do quarto em que dormia. Overbeck pediu socorro a vizinhos, que acionaram a polícia, mas não havia tempo para mais nada, João Paulo já estava morto. Overbeck não viu o autor do crime, mas contou à polícia que possivelmente ele agiu em companhia de outra pessoa, que o esperava em uma moto na rodovia. Uma porta aberta aos fundos da residência e que dá acesso ao quarto onde Paulinho dormia denuncia por onde o criminoso entrou. Depois de matar o taxista, o algoz fugiu em direção à cidade de Candelária. A polícia não tem pistas sobre o autor.
Outras mortes
João Cláudio da Cunha, um agricultor de 28 anos, inaugurou as estatísticas de crimes violentos neste ano. Ele morreu no dia 24 de janeiro, após ser alvejado fatalmente por um tiro de revólver desferido por Mauro da Rosa, em um bar no Rincão Comprido. Darci Rossmann, morto a pedradas após um desentendimento entre vizinhos na localidade de Palmital, foi a segunda vítima. Alvejado com pedradas na cabeça, no dia 1º, ele morreu no dia 2 de março em decorrência dos ferimentos. O principal suspeito da morte de Rossmann é seu vizinho Alcemar da Rosa, de 37 anos, que foi atingido por golpes de faca, mas não corre risco de morrer. João Paulo de Carvalho foi a terceira vítima de homicídio em Candelária, neste ano, e a segunda no interior.
O crime aconteceu, na Boate que leva o apelido da vítima – Boate do Paulinho –, na localidade de Sesmaria do Pinhal, no quilômetro 146 da RSC 287. “Paulinho” estava dormindo em um dos quartos quando foi alvejado. No momento dos disparos ele estaria sozinho no cômodo da casa noturna. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu a caminho do Hospital de Candelária.
A ocorrência foi registrada por um vizinho e amigo de João Paulo. Laércio Overbeck, de 24 anos, contou na Delegacia de Polícia que teria sido convidado para cuidar da casa, pois João Paulo sairia em viagem. Por volta da 1h45, ele dormia em um quarto quandou ouviu uma série de barulhos. Ao verificar o que aconteceu, teria encontrado a vítima deitada e agonizando do lado de fora do quarto em que dormia. Overbeck pediu socorro a vizinhos, que acionaram a polícia, mas não havia tempo para mais nada, João Paulo já estava morto. Overbeck não viu o autor do crime, mas contou à polícia que possivelmente ele agiu em companhia de outra pessoa, que o esperava em uma moto na rodovia. Uma porta aberta aos fundos da residência e que dá acesso ao quarto onde Paulinho dormia denuncia por onde o criminoso entrou. Depois de matar o taxista, o algoz fugiu em direção à cidade de Candelária. A polícia não tem pistas sobre o autor.
Outras mortes
João Cláudio da Cunha, um agricultor de 28 anos, inaugurou as estatísticas de crimes violentos neste ano. Ele morreu no dia 24 de janeiro, após ser alvejado fatalmente por um tiro de revólver desferido por Mauro da Rosa, em um bar no Rincão Comprido. Darci Rossmann, morto a pedradas após um desentendimento entre vizinhos na localidade de Palmital, foi a segunda vítima. Alvejado com pedradas na cabeça, no dia 1º, ele morreu no dia 2 de março em decorrência dos ferimentos. O principal suspeito da morte de Rossmann é seu vizinho Alcemar da Rosa, de 37 anos, que foi atingido por golpes de faca, mas não corre risco de morrer. João Paulo de Carvalho foi a terceira vítima de homicídio em Candelária, neste ano, e a segunda no interior.