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Geral 28/03/2017 15:26
Por: Jorge Mallmann

Expoagro 2017: recorde de público e movimentação financeira

Presidente da Afubra garante que a data da próxima feira não será marcada enquanto não for solucionado o impasse relacionado ao trevo cobrado por autoridades rodoviárias

  • Foto: Lula Helfer • Afubra
  • Foto: AI • Prefeitura de Candelária
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A Expoagro Afubra 2017, realizada entre terça e quinta, em Rincão Del Rey, Rio Pardo, teve um público de 92 mil pessoas, contingente 15% a mais do que a edição anterior, quando 80 mil pessoas circularam pelo parque. Além disso, a movimentação financeira, de R$ 53,8 milhões, foi 38% superior à de 2016. Só as agroindústrias venderam R$ 603 mil, com incremento de 21% em relação à Expoagro Afubra do ano anterior. Para o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Albano Werner, a expectativa foi alcançada e o incremento nos número se deve ao trabalho sério de todos os parceiros.
O coordenador geral da Expoagro Afubra, Marco Antonio Dornelles, acrescentou que os problemas ocasionados pela fiscalização dos veículos que se dirigiam à feira - na quarta e quinta-feira - não chegou a atrapalhar a presença do público. “Foi um grande inconveniente para as pessoas que ficaram paradas sob o sol no asfalto, mas o Parque permaneceu sempre com bom público”, comentou. “Temos resultados para serem comemorados”, salientou. Para a próxima edição, a intenção é promover melhorias com base, especialmente, na pesquisa feita com expositores e visitantes. “Quem sabe podemos oferecer espaço para fazerem a fiscalização nos estacionamentos da feira”, sugeriu Dornelles.
Já o presidente da Afubra, Benício Werner, explicou que a data da próxima feira não será marcada enquanto não for solucionado o problema levantado por autoridades dos órgãos rodoviários de que a Feira não será realizada enquanto a Afubra não construir um trevo na rodovia em frente ao parque. “Se as autoridades entendem que podem impedir a feira, nós também podemos tomar a decisão de a feira ser realizada ou não”, lamentou. “Não podemos pegar o dinheiro dos associados, que é destinado a indenizar danos por granizo, queima de estufas e auxílio funeral e colocar na construção de um trevo a ser usado apenas três dias no ano”, explicou.